{"id":119,"date":"2025-03-20T15:35:18","date_gmt":"2025-03-20T15:35:18","guid":{"rendered":"https:\/\/lista-u-lisboa.pt\/?p=119"},"modified":"2025-03-21T12:06:09","modified_gmt":"2025-03-21T12:06:09","slug":"manifesto-eleitoral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/movimento-u-lisboa.pt\/?p=119","title":{"rendered":"Manifesto eleitoral"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br><strong>Onde estamos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>As universidades portuguesas vivem num quadro legal ultrapassado cuja revis\u00e3o, finalmente em curso, n\u00e3o parece responder \u00e0s necessidades &#8211; Lei n\u00ba 62\/2007, de 10 de setembro, conhecida como <em>RJIES<\/em> (Regime Jur\u00eddico das Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior). Por lei, os Conselho Gerais das universidades est\u00e3o limitados nas suas fun\u00e7\u00f5es, muitos deles tendo como fun\u00e7\u00e3o \u00fanica e relevante a elei\u00e7\u00e3o do Reitor. Este, uma vez eleito, faz do \u00f3rg\u00e3o uma c\u00e2mara de resson\u00e2ncia da sua vontade pol\u00edtica e institucional, destituindo-o de qualquer poder de contesta\u00e7\u00e3o ou de supervis\u00e3o das suas a\u00e7\u00f5es e vontade.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o da <strong>ULisboa<\/strong>. A recusa em garantir mais poder ao Conselho Geral, numa interpreta\u00e7\u00e3o restritiva e redutora dos limites do <em>RJIES<\/em>, agiliza a execu\u00e7\u00e3o de planos e estrat\u00e9gias, para o bem e para o mal. O mal s\u00f3 se evita com supervis\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o. O di\u00e1logo entre os reitores e as escolas n\u00e3o pode ser apenas feito com os presidentes ou diretores, numa quase aus\u00eancia de canais de participa\u00e7\u00e3o ou de informa\u00e7\u00e3o sobre a universidade, os seus projetos e problemas.<\/p>\n\n\n\n<p>Vivemos alheados da realidade sobre a qual dever\u00edamos estar a intervir.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br><strong>Para onde queremos ir<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>N\u00e3o queremos uma universidade subserviente! Queremos uma universidade plural, de participa\u00e7\u00e3o e de a\u00e7\u00e3o criadora, na ci\u00eancia, de a\u00e7\u00e3o interventiva, na pedagogia, e de a\u00e7\u00e3o transformadora, na sociedade, com a utiliza\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel e cuidada de recursos, sejam estes os <em>campi<\/em>, as mat\u00e9rias-primas, a energia ou o trabalho humano, em particular o cient\u00edfico e pedag\u00f3gico. <\/p>\n\n\n\n<p>Pretendemos uma Universidade que integre a sua atividade cient\u00edfica de investiga\u00e7\u00e3o e de doc\u00eancia com igual e equilibrada prioridade e relevo. Pretende-se que cada uma das Faculdades e Institutos da Universidade de Lisboa seja motor e centro de participa\u00e7\u00e3o viva de todos quantos nela laboram, com particular responsabilidade para os seus docentes e investigadores, a quem devem ser dadas condi\u00e7\u00f5es de trabalho livres de constrangimentos institucionais e de exerc\u00edcio discriminat\u00f3rio de poder hier\u00e1rquico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br><strong>A nossa assinatura<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>lista U<\/strong> \u00e9 proativa e abrangente: re\u00fane um conjunto alargado de docentes e investigadores da maioria das escolas da ULisboa preocupados com o rumo da sua universidade. <\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>lista U<\/strong> \u00e9 integradora e inclusiva: o que nos une, acima de diferen\u00e7as pol\u00edticas ou de outra \u00edndole, \u00e9 a vontade de assegurar uma gest\u00e3o acad\u00e9mica democr\u00e1tica e participada da nossa universidade e das suas escolas. <\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>lista U<\/strong> \u00e9 preocupada, engajada e interventiva: desde 2017 pautada pela defesa de melhores condi\u00e7\u00f5es para a prossecu\u00e7\u00e3o das atividades de investiga\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o e desenvolvimento profissional num quadro de inquieta\u00e7\u00e3o e defesa de princ\u00edpios de desenvolvimento sustent\u00e1vel e de respeito pela diversidade.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Onde estamos As universidades portuguesas vivem num quadro legal ultrapassado cuja revis\u00e3o, finalmente em curso, n\u00e3o parece responder \u00e0s necessidades &#8211; Lei n\u00ba 62\/2007, de 10 de setembro, conhecida como RJIES (Regime Jur\u00eddico das Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior). 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